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quarta-feira, 14 de agosto de 2013
quinta-feira, 13 de dezembro de 2012
Pragas Urbanas - Morcegos
Dicas sobre os morcegos:
Como vivem:
segunda-feira, 10 de dezembro de 2012
Pragas Urbanas - traças
Traças
A Traça é a
larva da borboleta (Lepidópteros) que, segundo a espécie, se desenvolve em
ambientes variados, trazendo danos à várias coisas: trajes, Tapetes, cereais,
árvores frutíferas.
As Traças fazem parte dos insetos
domésticos, são pequenas borboletas de asas sútis que fazem só breves vôos,
estas são os adultos das Traças
As Traças no estado de borboleta
quando as vemos voarem em nossas cozinhas, armários, despensas, depósitos em
geral, não constituem mais causa de infestação porque tratam-se de Traças
fêmeas, que já terão depositado os ovos, ou de Traças machos que já terão
concluso seu ciclo de reprodução, mas seguramente outros machos e outras fêmeas
escondidos estarão se reproduzindo.
Mas os verdadeiros responsáveis
pela infestação das Traças são as larvas dotadas de um aparato mastigador com
mandíbulas muito desenvolvidas com as quais provocam danos grandes nas nossas
casas, armazéns e estabelecimentos.
Se diferenciam em duas
categorias: Traças dos tecidos e Traças dos alimentos.
TINEA PELLIONELLA L.
Esta Traça está entre as duas mais difusas na
Itália; é a Traça da lã, das peles e dos panos, pertencentes à família dos
Tineidae. A dieta das suas larvas é constituida de queratina, substância que
encontram sob os substratos orgânicos: peles, plumas, pêlos de ovelhas,
alpacas, lã com uma particular preferência pelo cashemir, mas também seda e as
vezes fibras vegetais como o algodão.
CICLO VITAL
As fêmeas das Traças depositam diretamente
sobre os materiais aonde as larvas poderão nutrir-se. O tempo necessário para o
desenvolvimento completo da traça ao estado larval é de 2-3 meses. Neste
período, a traça cria um refúgio construído cortando os pêlos na base que
depois une com uma baba sedosa. Neste casulo, que cresce na mesma
medida com que cresce a larva (1cm cerca) se desenvolve a crisálida.
A temperatura optimal para o desenvolvimento
das Traças é de 25°C e uma humidade de 75%, e em um ano podem desenvolver-se 2
ou 3 gerações de Traças.
TINEOLA BISSELIELLA
HUM.
É a segunda Traça mais difusa na Itália, é a
traça da lã por excelência, mas é também definida como Traça dos panos. Ela
também pertence à família dos Tineidae, mas em caso de necessidade ataca
também, peliças plumas, escovas e pincéis.
CICLO VITAL
A Traça adulta é semelhante à traça dos
alimentos, atinge os 5-8 cm de comprimento, é de cor amarela ou cinza, deposita
os ovos diretamente sobre o mesmo material que servirá de nutrimento para as
larvas, reconhecidas pela sua cabeça marron e corpo branco, porém a diferença
das larvas da traça Tinea pellionella L, elas não constróem um casulo
protetivo, mas tecem tubos sedosos leves e chegam a um comprimento de 12mm.
A fêmea adulta desta traça é reconhecível
porque não voa, mas se move com pequenos pulos.
Também para esta espécie de traça a
temperatura optimal é sempre os 25°C e 75% de humidade e sobretudo adoram os
lugares escuros.
PLODIA
INTERPUNCTELLA
Este é o nome verdadeiro da traça do
alimento, e são aquelas borboletinhas que se encontram nas pequenas e grandes
despensas, mas não são considerados verdadeiras e próprias Traças, porque
atacam alimentos como farinha, legumes, espécies, chá, arroz cereais etc, e a
sua dieta não é a base de queratina.
Esta categoria de Traça não é difusa somente
em nosso país, mas em todo o globo terrestre.
CICLO VITAL
O ciclo vital da traça do alimento inicia em
março e termina no mês de outubro.
A fêmea desta traça deposita cerca de 300
ovos e o desenvolvimento das larvas dura 41 semanas durante as quais se nutrem
e metabolizam tudo aquilo que encontram na despensa, infestando qualquer coisa
e são capazes de se infiltrar também nos recepientes herméticos.
PREVENÇÃO À
INFESTAÇÃO DAS TRAÇAS
Tratando-se de Lepidópteros, ou seja insetos
que voam, a infestaçao da Traças pode chegar do externo em nossas casas e nos
depósitos e armazéns, mas também através de material, seja alimentar que tecido
animal, já infestado.
Portanto, ao prevenir uma infestação de
Traças, o primeiro intervento útil consiste num atencioso controle dos
indumentos ou outro matérial que entra no ambiente em qual vivemos.
As Traças são insetos que preferem uma
temperatura quente-húmida, então um adicional estratégia útil será aquele de
colocar os indumentos em locais prevenidamente limpos e desinfestados, e em
ambientes de baixa temperatura, areados e secos.
As larvas das Traças se nutrem de queratina,
mas têm também necessidade para sobreviverem, de gordura que encontram nos
tecidos não adequadamente limpos. Por isso uma ação preventiva consiste em
colocar os vestuários limpos e lavados ou então escovar o pó deles,
estendendo-os ao ar livre, usando um desengordurante sobre as partes como os
colarinhos e punhos aonde as larvas das Traças podem encontrar a gordura da
qual necessitam, enfim usar recepientes de plástico para protege-los no tempo.
Restam entretanto de fundamental importância
para a proteção completa dos nossos indumentos, o uso de produtos anti-traças.
Existem produtos químicos, mas tambem naturais como a lavanda, a menta, o cedro
(essências) que não são nocivos e Tóxicos, como as tradicionais cânfora e
naftalina.
Também a cor amarela é um ótimo anti-traça.
Outros úteis sistemas de prevenção podem ser
as telas mosquiteiras, lâmpadas à luz UV que capturam os adultos, é sempre
muito importante a cautelosa limpeza e Remoção do pó constituído de fibra de
lã, pêlos de peliça, seda e algodão sobretudo nas empresas de trabalho e
depósitos destes materiais.
O controle, sobretudo na primavera, é quase
que indispensável para verificar eventuais presenças de borboletas das Traças
ou das larvas.
Outras dicas:
Naftalina funciona muito bem.
- Ramo de louro ( a planta ) é ótimo, e não deixa cheiro.
- Feixes de salsa, tomilho, hortelã e alfazema também afugentam esses animais.
- Goma de polvilho com acido bórico também é ótimo.
- Bolas de naftalina colocadas perto do lixo eliminam o mau cheiro e afastam os insetos
- Para espantar as traças, espalhe pelos armários e gavetas um pouco de pimenta-do-reino em grão ou naftalina.
- Para traças salpique uma mistura de ácido bórico e açúcar nas áreas afetadas.
- Para repelir traças, use saches de cânfora: pegue alguns pedaços de cânfora equivalente a uma colher (cafezinho), embrulhe com pedaços de tule ou renda, amarre um laço de fita e os guarde nos armários e nas gavetas, com a vantagem de terem um cheirinho mais agradável.
Algumas medidas podem ajudar a combater também:
1 - Remover frequentemente a poeira dos móveis, estantes, quadros, cortinas e tapetes.
2 - Evitar o acúmulo de papéis e roupas velhas, guardando-os em locais protegidos e submetidos à limpeza constante.
3 - Vistoriar frequentemente, gavetas e móveis onde estejam guardados tecidos, roupas de cama e roupas de lã.
4 - Guardar cereais e massas alimentícias em recipientes fechados.
- Ramo de louro ( a planta ) é ótimo, e não deixa cheiro.
- Feixes de salsa, tomilho, hortelã e alfazema também afugentam esses animais.
- Goma de polvilho com acido bórico também é ótimo.
- Bolas de naftalina colocadas perto do lixo eliminam o mau cheiro e afastam os insetos
- Para espantar as traças, espalhe pelos armários e gavetas um pouco de pimenta-do-reino em grão ou naftalina.
- Para traças salpique uma mistura de ácido bórico e açúcar nas áreas afetadas.
- Para repelir traças, use saches de cânfora: pegue alguns pedaços de cânfora equivalente a uma colher (cafezinho), embrulhe com pedaços de tule ou renda, amarre um laço de fita e os guarde nos armários e nas gavetas, com a vantagem de terem um cheirinho mais agradável.
Algumas medidas podem ajudar a combater também:
1 - Remover frequentemente a poeira dos móveis, estantes, quadros, cortinas e tapetes.
2 - Evitar o acúmulo de papéis e roupas velhas, guardando-os em locais protegidos e submetidos à limpeza constante.
3 - Vistoriar frequentemente, gavetas e móveis onde estejam guardados tecidos, roupas de cama e roupas de lã.
4 - Guardar cereais e massas alimentícias em recipientes fechados.
Controlar traças não é fácil, porém é possível. Basta bastante aplicação, cuidado e dedicação.
Boa sorte e um grande abraço!
Prof. Edris Queiroz
IBIMM – Instituto de Biologia
Pragas Urbanas ou Fauna Sinatrópica
Fauna Sinatrópica ou Pragas Urbanas
Espécies sinantrópicas
são aquelas que vivem próximas às habitações humanas. Estes animais aproximaram-se
do homem devido à disponibilidade alimento
e abrigo, servindo-se de frestas em paredes e forros de telhado,
ou mesmo objetos empilhados em quintais
para se abrigar. A principal diferença entre os sinantrópicos e os animais domésticos (gatos, cães, galinhas,
vacas etc.), é que estes
são criados em benefício do homem, servindo como companhia, produção de
alimentos, entre outros. Já os sinantrópicos são geralmente indesejáveis, por
poderem transmitir doenças,
inutilizar ou destruir alimentos, ou sujar as residências. Entre eles estão ratos, pombos, baratas, mosquitos,
entre outros.
Alguns animais, como o morcego,
que são grandes polinizadores naturais, podem adquirir a condição de
sinantrópico, utilizando telhados e cantos escuros das casas como abrigo,
quando seus ambientes naturais são destruídos. Assim como os demais mamíferos,
podem ser transmissores do vírus
da raiva, e apesar de existirem poucas espécies de morcego hematófagas,
deve-se evitar a manipulação direta destes animais, já que todos podem morder
se assustados.
Serpentes,
aranhas, escorpiões
e outros também acabam se aproximando das casas quando se roçam
quintais ou se derrubam matinhas/matagais
para a construção de estacionamentos, por exemplo, mas é importante lembrar que os humanos é
que estão de fato se aproximando das "casas" destes animais.
Outros exemplos de
animais que podem se tornar sinantrópicos são: mosca, pulga, carrapato,
formiga, taturana,
abelha, vespa e gambá.
Para proceder a remoção
de animais sinantrópicos (serpentes, abelhas, gambás, morcegos, etc) das
residências, deve-se entrar em contato com o Corpo de Bombeiros, Polícia
Florestal, IBAMA ou órgão estadual/municipal responsável pela fauna. Atitudes
como manter em cativeiro sem autorização do órgão competente, matar, multilar
ou maltratar qualquer animal da fauna silvestre é crime previsto em Lei (Lei 9.605/98).
Ratos
Ratos: Ciclo de Vida, Agravos e Medidas
Preventivas
Ratos
Hábitos
A
característica principal dos roedores é a presença dos dentes incisivos com
crescimento contínuo, daí a necessidade de roer para gastar a dentição. Dessa
forma, estragam muito mais alimentos do que realmente necessitam.
São
animais de hábitos noturnos por ser mais seguro saírem de seus abrigos à noite,
à procura de alimento.
Possuem
várias habilidades físicas, como nadar, subir em locais altos se houver base de
apoio, saltar, equilibrar-se em fios e mergulhar, entre outras.
Encontram
principalmente no lixo doméstico o seu alimento. Escolhem aqueles alimentos que
estão em condições de serem ingeridos, pois, por meio do seu olfato e paladar
apurados separam os alimentos de sua preferência e ainda não estragados. São
considerados onívoros, isto é, alimentam-se de tudo o que serve de alimento ao
homem.
Nas
áreas urbanas encontramos três espécies de ratos: Rattus norvegicus, Rattus
rattus e Mus musculus.
Rattus norvegigus
Nas grandes cidades perdem parcialmente algumas características de comportamento como a neofobia (desconfiança a objetos e alimentos estranhos), pela próxima convivência com o homem e à dinâmica da cidade.
Na
abundância de alimentos, como os provenientes do lixo orgânico inadequadamente
disposto ou tratado, a proliferação desses roedores tem se acentuado. É,
portanto, a espécie de roedor mais favorecida pelo ambiente urbano degradado
por ocupações clandestinas, adensamento de locais carentes de infra-estrutura
básica de habitação e saneamento, sendo responsável por surtos de leptospirose,
mordeduras e agravos causados por alimentos contaminados por suas fezes e
urina.
Rattus rattus
Conhecido
como rato de telhado, rato de forro, rato de paiol ou rato preto,
caracteriza-se por possuir grandes orelhas e cauda longa. Como o próprio nome
já diz, costuma habitar locais altos como sótãos, forros e armazéns, descendo
ao solo em busca do alimento e raramente escava tocas. Está presente e em
dispersão na cidade de São Paulo.
Possui
grandes habilidades, como caminhar sobre fios elétricos e subir em galhos de
árvores, além de escalar superfícies verticais, adaptando-se perfeitamente à
arquitetura urbana formada por grandes edifícios e casarões assobradados muitas
vezes transformados em cortiços, locais onde encontra grande facilidade para se
abrigar e obter alimentos, propiciando a expansão e dispersão da espécie.
Mus musculus
Popularmente
chamado de camundongo, é o de menor tamanho entre as três espécies urbanas. De
hábito preferencialmente intradomiciliar, costuma fazer seus ninhos dentro de
armários, fogões e despensas.
Tem
comportamento curioso, sendo de presa fácil nas ratoeiras. É facilmente transportado
em caixas de alimentos e outros materiais, possibilitando sua fácil dispersão
na área urbana.
Por
sua característica morfológica e hábitos domiciliares, o camundongo não causa a
mesma repulsa que os ratos maiores, sendo até tolerado, haja visto a grande
quantidade de personagens infantis inspirados nesta espécie, como: Mickey
Mouse, Jerry e outros famosos, apesar dos riscos que potencialmente pode trazer
à saúde humana.
Ciclo de vida
A vida
média da ratazana é de 2 anos, do rato de telhado 1 ano e meio e o camundongo
vive cerca de 1 ano. A partir do 3º mês de vida já podem procriar, sendo que o
tempo de gestação é, em média, de 19 a 22 dias e o número de filhotes por cria
é de 5 a 12, na dependência da oferta de alimento e abrigo.
Agravos à saúde
Os ratos
urbanos têm papel importante na transmissão de várias doenças como a
leptospirose, a peste bubônica, o tifo murino e salmoneloses, entre outras. São
freqüentes ainda os acidentes causados pela mordedura desses animais. No
Brasil, até o momento, as Hantaviroses estão associadas aos roedores
silvestres.
Medidas preventivas
A
infestação de ratos num local pode ser verificada através da observação dos
seguintes sinais:
·
Fezes:
sua presença é um dos melhores indicadores de infestação. As fezes podem levar à
identificação da espécie presente;
·
Trilhas:
sua aparência é de um caminho bem batido, com 5 a 8 cm de largura, sendo
encontradas geralmente nas proximidades de muros, junto às paredes, atrás de
materiais empilhados, sob tábuas e em áreas de gramados;
·
Manchas
de gordura: deixadas em locais fechados, por onde passam constantemente como,
por exemplo, nas paredes e vigas;
·
Roeduras:
os ratos roem (mas não ingerem) principalmente materiais como madeira, cabos de
fiação elétrica e embalagens de alimentos para gastar sua dentição e como forma
de transpor barreiras para alcançar os alimentos;
·
Tocas:
são encontradas junto ao solo, junto aos muros, entre plantas e normalmente
indica infestação por ratazanas;
A
prevenção é possível através da adoção de um conjunto de medidas que chamamos
de antirratização:
·
Acondicionamento
correto do lixo: dentro de sacos plásticos, em latas com tampas apropriadamente
fechadas e limpas periodicamente, de preferência sobre estrado, para que não
fiquem diretamente em contato com o solo;
·
Dispor
o lixo na rua somente na hora que o coletor passa para recolher;
·
Nunca
jogar lixo a céu aberto ou em terrenos baldios;
·
Acondicionamento
correto dos alimentos: em recipientes bem fechados;
·
Inspecionar
periódica e cuidadosamente caixas de papelão, caixotes, atrás de armários,
gavetas e todo tipo de material que adentre ao ambiente e possa estar servindo
de transporte ou abrigo a camundongos;
·
Vedar
frestas ou vãos que possam servir de porta de entrada aos ratos para os
ambientes internos;
·
Colocar
telas (com menos de 1 cm de vão de diâmetro), grelhas, ralos do tipo
"abre-fecha", sacos de areia ou outros artifícios que impeçam a
entrada desses animais através de ralos, encanamentos ou outros orifícios;
mais informações: edris@ibimm.org.br ou www.ibimm.org.br
terça-feira, 3 de julho de 2012
CURSO DE BIOLOGIA, MANEJO E ANATOMIA DE TUBARÃO.
Palestrante:
Prof. MsC. Edris Queiroz – Biólogo Marinho
Diretor e Pesquisador do IBIMM – Especialista em Biologia Marinha e Mestre em Educação Ambiental
Realização: Local: Núcleo de pesquisas do IBIMM - Serra da Cantareira - Mairiporã -
dia 22/07/2012 - domingo
Horário: 08:30 às 17:30 horas
Horas aulas: 08 horas de atividades complementares
Valor: R$ 150,00
Certificado, almoço, possibilidades de estágio no IBIMM.
Curso Teórico: Características gerais dos tubarões e animais marinhos,, classificação sistemática, morfologia externa e interna, anatomia e fisiologia, reprodução, dimorfismo sexual, hábitos alimentares, manejo em cativeiro, dentição, ataques ao homem e as espécies consideradas como as mais perigosas.
Curso Prático: Anatomia dos tubarões, sexagem, reconhecimento dos aspectos morfológicos e observação de órgãos internos, uso de microcospia para identificação de estruturas e etc.
Todos os participantes deverão trazer avental, tesoura de ponta romba/fina, pinças e luvas descartáveis.
quarta-feira, 6 de junho de 2012
Curso: Biologia e Manejo de Animais Silvestres
Curso de Manejo de Animais Silvestres
Palestrante: Prof.. Durval da Silva – biólogo e Pós-graduando em Manejo de animais silvestres.
Realização: o9 de junho de 2012
Horário: 09:00 ás 17:00 horas
Horas aulas: 08 horas de atividades complementares
Local: Nucleo de Pesquisas IBIMM – Mairiporã- SP
Valor do Investimento: R$ 100,00
Certificado, Apostila, almoço.
Curso teórico:
Os animais silvestres
Famílias – Identificação de Algumas Espécies e Evolução das Serpentes, Características Gerais das Serpentes e suas Particularidades, Aspectos Biológicos e Ecológicos, Morfologia, Órgãos dos Sentidos, Criação em Cativeiro: Principais Cuidados na Montagem do Terrário/Ambiente, Equipamentos Necessários e Essenciais para Criação em Cativeiro, Sistema de Marcação: Microchipagem, Equipamentos Adequados para Contenção Física, Principais Doenças em Cativeiro, Legislação Pertinente à Criação e a Posse Responsável, Mercado de Trabalho e as Novas Oportunidades, Manejo: Definição e seus Tipos, Manejo Técnico: Cuidados e Responsabilidades na Contenção.
Curso Prático:
Técnicas para a Contenção Física, Equipamentos e Seu Uso Correto, Manejo Correto, Segurança nos Procedimentos, O Trabalho em Equipe.
Reservas: 11/ 8528-9495 - 9626-9411 www.ibimm.org.br ibimm@ibimm.org.br
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