sábado, 5 de abril de 2014

Enciclopedia sobre o Mundo dos Insetos

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Por. Prof.MsC. Edris Queiroz

sexta-feira, 4 de abril de 2014

Os males dos fogos de artifícios para nossos animais!

BOMBAS, FOGOS, FOGUETES, SEU CÃOZINHO TEM MEDO?





            Festas, jogos, bebidas, você se diverte, mas e o seu bichinhos de estimação, todos eles sofrem muito, o que devemos fazer nesta época!

            Na época de Copa do Mundo é frequente a preocupação com o barulho dos fogos. A maioria dos cães sofre no réveillon, festa junina e quando tem tempestade com trovões, imagina então agora no ano da copa.

            A audição dos cães é mais sensível que a humana. Eles alcançam uma frequência maior que a nossa:

Homem – 20 Hz a 20 Khz.

Cão  – 20 Hz a 40 Khz.

Isto significa que eles escutam sons inaudíveis para nós.

            A falta da consciência também influencia muito. Quando escutamos o barulho de uma bomba, podemos até levar um susto, mas sabemos que foi alguém que produziu aquele som, pra a se divertir.

            Para os cães, além de ser um som muito forte e alto, é uma surpresa. Eles não sabem a origem e pode confundir com o som de uma catástrofe natural como um terremoto, um desabamento. Quem não se lembra dos animais fugindo da Tsunami minutos antes dela acontecer?

Como ajudar nossos animaizinhos nesta época!

            O ideal é o tratamento, a dessensibilização. Isto significa expor o animal ao som, gradualmente enquanto ele se diverte. Se bem feito, o cão pode ficar curado e não mais apresentar os sinais de pânico. Peça ajuda ao seu veterinário.

            Mas estamos em cima da Copa… se não dá para curá-lo a tempo, podemos ao menos amenizar o sofrimento.

                        Deixe seu cão no local preferido da casa, de preferência com uma peça de roupa sua usada perto dele. Ligue o som, com uma música suave, feche as janelas e ligue o ar condicionado ou ventilador na modalidade mais barulhenta. Ofereça brinquedos interativos (existem vários tipos para rechear com petiscos, por exemplo) e não se despeça se for sair.

            Essas medidas não vão livrá-lo do medo, mas ajudam.

Se o seu animal apresenta sinais de pânico, procura se esconder e até mesmo “atravessar” paredes quando os fogos começam, e muitos podem quebrar até vidraças e janelas. Procure seu veterinário e converse sobre a possibilidade de medicá-lo. Evite consolá-lo. As palavras e gestos carinhosos que usamos para confortar um cão podem confundi-lo. Ele pode achar que estamos elogiando aquele comportamento medroso, fóbico.

Porque cachorro tem medo de fogos?

            Primeiro é importante entender o porquê de o cachorro sentir tanto medo de fogos. O cão possui audição muito sensível, podendo escutar a origem do som em até 6 centésimos de segundo e chegando a escutar até 45 mil hertz. Então, o som dos fogos (também alarmes e trovões) pode ser uma fonte de inquietação. Inicialmente essa sensibilidade se desenvolveu ao longo da evolução, com o intuito de detectar presas e aprimorar a comunicação com outros companheiros da matilha.
            Cachorro com medo de fogos. O que fazer? Veja algumas dicas para ajudar seu cachorro nesta hora.
            Conversar com um adestrador sobre o problema e começar a tratar a questão o quanto antes com treinamentos. Ficar acariciando o cachorro nesse momento não o ajuda a se ajustar ao barulho, e sim, pode estar incentivando o medo que ele está sentindo. Se o seu cachorro precisa estar em seu lugarzinho seguro durante o tempo em que os fogos de artifício estão sendo soltos, deixe que ele se esconda.As vezes o som da televisão ou do ventilador ajuda a abafar o barulho dos fogos lá fora.
            Mantenha a calma e projete essa confiança para o seu cachorro. Lembre-se que os cães são peritos em linguagem corporal e vão saber se você estiver só fingindo estar calma.
            Colocar um algodãozinho no ouvido do cachorro para que ele não escute com tanta intensidade o barulho.
Colocar o cão em uma coleira, sem estar apertada, para que ele não fuja.
Conferir o portão da sua casa. Essa atitude é importante pois muitos cães, quando estão com medo no momento dos fogos, fogem.
            Entre em contato com um homeopata para acompanhamento no tratamento de casos de ansiedade. Lembrando que nesse caso, o resultado não é imediato.

            Sempre converse com o seu veterinário sobre o problema. Em casos extremos, o profissional responsável pode prescrever um tranquilizante para que o cachorro mantenha a calma.
            Se possível, evite deixar seu cão sozinho em casa em dias que provavelmente soltarão fogos de artifício.

Por: Prof.Msc. Edris Queiroz – Biólogo – CRBio 31935D

IBIMM – Instituto de Biologia Marinha e Meio Ambiente- CRBio- 537/01-SP

quinta-feira, 3 de abril de 2014

Por que os tubarões atacam?

Por que os tubarões atacam ?

            Os tubarões são, talvez, as criaturas que mais aterrorizam as pessoas em todo o mundo. Sua temível aparência, tamanho grande e seu ambiente hostil se combinam para fazê-los parecer como os protagonistas de um pesadelo. A violência súbita de um ataque de tubarão é realmente uma experiência aterrorizante para a vítima. Mas os tubarões são, de fato, monstros assustadores que têm preferência por carne humana?
            Ainda que os ataques de tubarão possam parecer cruéis e brutais, é importante lembrar que eles não são criaturas do mal que caçam humanos constantemente. Eles são animais que obedecem seus instintos, como todos os outros. Como predadores no topo da cadeira alimentar do oceano, os tubarões são projetados para caçar e comer grandes quantidades de carne. A dieta de um tubarão consiste em outras criaturas do mar, principalmente peixes, tartarugas marinhas, baleias, leões-marinhos e focas. Os seres humanos não estão no cardápio dos tubarões. De fato, os humanos não fornecem carne com gordura suficiente para os tubarões, que precisam de muita energia para movimentar seus corpos grandes e musculosos.
            Se os tubarões não têm interesse em comer os humanos, por que eles nos atacam? A primeira dica vem de um padrão que a maioria dos tubarões segue. Na maioria dos ataques registrados, o tubarão morde a vítima, pára por alguns segundos (possivelmente arrastando a vítima pela água e sob a superfície), e depois a solta. É muito raro um tubarão fazer repetidos ataques e realmente comer uma vítima humana. O que acontece é que o tubarão confunde um ser humano com alguma coisa que ele geralmente come. Depois que ele sente o gosto, percebe que aquela não é a comida com a qual está acostumado e solta a pessoa.
            A confusão do tubarão é mais fácil de compreender se enxergarmos as coisas sob o ponto de vista do animal. Muitas vítimas de ataque são surfistas ou pessoas andando de boogie boards. Um tubarão nadando embaixo d água vê grosseiramente um formato oval com braços e pernas pendentes remando ao longo da superfície. Isto cria uma grande semelhança com um leão-marinho (a principal presa dos grandes tubarões-brancos) ou uma tartaruga marinha (uma comida comum para os tubarões-tigres).
            Filmes como "Tubarão" e relatos históricos sobre ataques (como aqueles em Nova Jersey em 1916) deram vazão ao mito do tubarão assassino. Este é aquele que decide se realmente gosta de comer seres humanos. Ele exibe um comportamento atípico, aparece fora de sua região habitual e faz ataques adicionais na mesma área durante vários dias.
            É impossível afirmar que não existe absolutamente nenhum tubarão assassino: tubarões individuais podem exibir comportamentos estranhos, possivelmente porque estão doentes ou machucados. Diferentes condições do oceano podem enviar tubarões para além de seu alcance enquanto eles perseguem espécies que são suas presas.
            Porém, não há nenhuma evidência que indique que os tubarões jamais "desenvolveram um gosto por carne humana". Mesmo se uma série de ataques ocorre em uma área, provavelmente diferentes tubarões são responsáveis por isso, porque eles tendem a viajar grandes distâncias em um único dia. Isto significa que o tubarão que fez o primeiro ataque provavelmente está a centenas de quilômetros de distância do local onde o segundo ataque ocorreu. Varrendo a área com barcos de pesca e matando tubarões horas depois de um ataque, é pouco provável conseguir capturar o tubarão específico responsável pelo ataque.
 




                                                                         

            Às vezes, o tubarão ataca porque está respondendo a uma agressão humana. Os tubarões de fundo, por exemplo, geralmente são peixes calmos que permanecem parados no fundo do oceano. Por alguma razão, isto faz com que alguns mergulhadores achem uma boa ideia puxar suas caudas.  Tubarões-dormedores irritados ensinaram muitos mergulhadores a não tocá-los. Por esta razão, as estatísticas de ataques de tubarão são divididas entre ataques provocados e não provocados.
            Mas não há motivo para pânico. A maioria dos tubarões bebê tem entre 35 e 70 centímetros e raramente chega perto da praia. Eles costumam ficar entre 3 e 15 quilômetros da costa, em uma faixa que varia entre 10 e 20 metros de profundidade. Já os adultos chegam ali apenas para procriar, e logo retornam para águas mais profundas. 
"O berçário é uma área adequada para o nascimento e desenvolvimento dos filhotes, num período em que eles estão mais expostos a predação e com alimento abundante.  Entre os frequentadores da maternidade marinha de Itanhaém e Peruíbe, estão duas espécies de cação-frango, que chega a 1 metro de comprimento quando adulto; duas de tubarão-galha-preta (2,5 m) e uma de tubarão-martelo (até 3 m). 

Espécies que podem atacar no litoral:

CABEÇA-CHATA (Carcharhinus leucas), até 3,5 metros - 
TUBARÃO-TIGRE (Galeocerdo cuvier) até 5 metros.
Por Prof. Msc. Edris Queiroz - Biólogo Marinho – CRBio-31935D

IBIMM – Instituto de Biologia Marinha e Meio Ambiente – CRBio-537/01-SP

segunda-feira, 31 de março de 2014

Curso de Manejo de Fauna Silvestre e Exótica


CURSO DE MANEJO DE FAUNA SILVESTRE E EXÓTICA
Local:-
Nupebi – IBIMM – Jureia – Peruíbe- Litoral sul de SP
  Data – 26 e 27 de abril de 2014
Teórico e Prático: Biologia e Manejo de Animais Silvestres e Exóticos

Conteúdo Programático: Teórico e Prático
Biologia e manejo de Fauna silvestres e exóticas: Répteis, Anfíbios, Aves,  ANIMAIS MARINHOS - Visita Técnica Aquário de Peruibe
20 horas de atividades complementares com certificado valido para especialização.
Incluso: Hospedagem em Pousada Ecológica, Café da Manhã, almoço
Valor R$ 450,00 á vista ou em
2X vezes de R$ 250,00 no cartão

INFORMAÇÕES: WWW.IBIMM.ORG.BR OU pelo email: ibimm@ibimm.org.br










Primeiro Registro de Albinismo em Callithrix sp. na natureza: Relato de Caso e Revisão Bibliográfica

  Pesquisadores do Instituto IBIMM de Peruíbe-SP, relatam o primeiro registro confirmado de albinismo em(sagui) Callithrix sp. na natureza. ...