Hoje seu domingo será mais legal, Programa Super HDB, com participação Especial do Prof. Edris Queiroz, falando sobre os tubarões, REDEVIDA de Televisão, a partir das 15.:00 horas com apresentação de Danny Pink — .Programa Super HDB- Tubarões
Tudo sobre o mundo da biologia, anatomia veterinária,comentários sobre a profissão, programas de estágios nas áreas de biologia, biologia marinha, medicina veterinária, comitês de ética, tubarões,raias, tartarugas marinhas, osteologia, taxidermia, educação ambiental, cursos, expedições, programas de TV e muito mais!
domingo, 13 de abril de 2014
domingo, 6 de abril de 2014
Lixo nos mares e oceanos, o que devemos fazer?
“Antes de falar dos problemas
do lixo, quero deixar um momento de reflexão e que vai fazê-lo pensar melhor antes de jogar uma sacolinha de lixo,
uma garrafa ou um pedaço de papel de bala na rua e que pode parar em um rio e
depois nos oceanos e mares!”
Você sabia, que a maior produção de ar oxigênio que respiramos não é
produzida nas florestas da Amazônia, e sim, nos oceanos? Isto mesmo! As algas oceânicas que vivem nos
mares e oceanos do planeta são as responsáveis pela produção da maior parte do
gás oxigênio que respiramos e, todo o lixo que produzimos e descartarmos de
forma incorreta, podem levar estas mesmas algas a morte. Daí a necessidade de
conservarmos o ambiente marinho e salvar a vida deste ser vivo que além de
servir como alimento primário para muitos micro-organismos e peixes, produz o ar que nos
mantém vivos e todos os outros seres que dependem dele. O Pulmão do mundo sem
sombra de dúvida são os oceanos e estes seres maravilhosos que neles habitam!
As
consequências do lixo nos mares podem ser:
Tartarugas
marinhas morrem asfixiadas ao comerem sacos plásticos jogados no mar. Você já
pensou que todo esse lixo que é jogado nos mares, suja nossas praias machucando
e até matando peixes, golfinhos, tartarugas, entre muitos outros.
As tartarugas por exemplo, não sabem
distinguir a diferença entre uma água viva, que faz parte da sua alimentação,
de um saquinho de supermercado jogado no mar e acabam se asfixiando e morrendo,
animais inocentes pagando com a própria vida a falta de cuidado da humanidade!
O pior, é que muitas pessoas
jogam lixo em qualquer lugar, sem saber o mal que estão fazendo aos outros, a
si e aos seus descendentes. Por isso, quando você ver alguém jogando o lixo em
lugar inadequado, lembre-o de que será muito melhor que nossos filhos
recordem-se de nós pela nossa sabedoria, do que pelo lixo que deixamos de
herança para eles.
Veja o tempo que leva um produto
a desaparecer completamente das águas dos oceanos:
Luvas de
algodão - 5 meses
Jornal -
6 meses
Fralda
descartável - 450 anos
Linha de
nylon - 650 anos
Bola de
isopor - 80 anos
Garrafa
Plástica - 450 anos
Vidro -
tempo indeterminado
Lixo
Radioativo - 250.000 anos
Lata de
Alumínio - 200 anos
Caixa de
Papelão - 2 meses
Pedaço de
madeira pintada - 13 anos
As Pessoas que jogam lixo na
rua podem ser assassinas em potencial de animais e pessoas em várias partes do
planeta. Assim como na poluição do ar, a poluição nos rios e mares causam
impactos ambientais extremos e levam a morte por onde passam.
O lançamento de lixo nas ruas
pode gerar sérios problemas ambientais em várias partes do planeta e causar
prejuízos gravíssimos a natureza.
A viagem do lixo
Você sabia?
Ao jogar o lixo na rua depois
de uma chuva, provavelmente seu caminho será o sistema de drenagem da cidade e
este provavelmente vai conduzir esse lixo para os rios que o levarão até os
mares, as consequências você já sabe.
Se levarmos em consideração que
existem diversas cidades e até mesmo países que tem nas águas sua principal
fonte de alimentação, mas não podem mais comer peixes intoxicados pela
poluição, podemos facilmente chegar à conclusão de que, quem joga lixo nas ruas
pode ser um assassino em potencial.
É extremamente importante
entender como nossas atitudes podem ter efeito global.
Por fim se queremos um mundo
melhor, devemos nos preocupar e muito com a limpeza dos rios, mares e oceanos,
eles são os responsáveis pela qualidade de vida da população no planeta.
Por: Prof. Msc. Edris
Queiroz – Biólogo Marinho
IBIMM – Instituto de Biologia Marinha e Meio Ambiente –
CRBio-537/01-SP
sábado, 5 de abril de 2014
Enciclopedia sobre o Mundo dos Insetos
Você que quer saber tudo sobre mundos dos insetos e adora entomologia, baixe agora o livro completo sobre o melhor dos insetos no link abaixo:
http://pt.slideshare.net/Sanfrant/encyclopedia-of-insects
http://pt.slideshare.net/Sanfrant/encyclopedia-of-insects
Por. Prof.MsC. Edris Queiroz
sexta-feira, 4 de abril de 2014
Os males dos fogos de artifícios para nossos animais!
BOMBAS, FOGOS, FOGUETES, SEU CÃOZINHO
TEM MEDO?
Festas, jogos, bebidas, você se
diverte, mas e o seu bichinhos de estimação, todos eles sofrem muito, o que devemos
fazer nesta época!
Na
época de Copa do Mundo é frequente a preocupação com o barulho dos fogos. A
maioria dos cães sofre no réveillon, festa junina e quando tem tempestade com
trovões, imagina então agora no ano da copa.
A
audição dos cães é mais sensível que a humana. Eles alcançam uma frequência
maior que a nossa:
Homem – 20 Hz a 20 Khz.
Cão – 20 Hz a 40 Khz.
Isto significa que eles escutam sons inaudíveis
para nós.
A
falta da consciência também influencia muito. Quando escutamos o barulho de uma
bomba, podemos até levar um susto, mas sabemos que foi alguém que produziu
aquele som, pra a se divertir.
Para
os cães, além de ser um som muito forte e alto, é uma surpresa. Eles não sabem
a origem e pode confundir com o som de uma catástrofe natural como um
terremoto, um desabamento. Quem não se lembra dos animais fugindo da Tsunami
minutos antes dela acontecer?
Como ajudar nossos animaizinhos nesta época!
O
ideal é o tratamento, a dessensibilização. Isto significa expor o animal ao
som, gradualmente enquanto ele se diverte. Se bem feito, o cão pode ficar
curado e não mais apresentar os sinais de pânico. Peça ajuda ao seu
veterinário.
Mas
estamos em cima da Copa… se não dá para curá-lo a tempo, podemos ao menos
amenizar o sofrimento.
Deixe
seu cão no local preferido da casa, de preferência com uma peça de roupa sua
usada perto dele. Ligue o som, com uma música suave, feche as janelas e ligue o
ar condicionado ou ventilador na modalidade mais barulhenta. Ofereça brinquedos
interativos (existem vários tipos para rechear com petiscos, por exemplo) e não
se despeça se for sair.
Essas
medidas não vão livrá-lo do medo, mas ajudam.
Se o seu animal apresenta
sinais de pânico, procura se esconder e até mesmo “atravessar” paredes quando
os fogos começam, e muitos podem quebrar até vidraças e janelas. Procure seu
veterinário e converse sobre a possibilidade de medicá-lo. Evite consolá-lo. As
palavras e gestos carinhosos que usamos para confortar um cão podem confundi-lo.
Ele pode achar que estamos elogiando aquele comportamento medroso, fóbico.
Porque
cachorro tem medo de fogos?
Primeiro é importante entender
o porquê de o cachorro sentir tanto medo de fogos. O cão possui audição muito
sensível, podendo escutar a origem do som em até 6 centésimos de segundo e
chegando a escutar até 45 mil hertz. Então,
o som dos fogos (também alarmes e trovões) pode ser uma fonte de inquietação.
Inicialmente essa sensibilidade se desenvolveu ao longo da evolução, com o
intuito de detectar presas e aprimorar a comunicação com outros companheiros da
matilha.
Cachorro
com medo de fogos. O que fazer? Veja algumas dicas para ajudar seu cachorro
nesta hora.
Conversar com um
adestrador sobre o problema e começar a tratar a questão o quanto antes com
treinamentos. Ficar acariciando o cachorro nesse momento não o ajuda a se
ajustar ao barulho, e sim, pode estar incentivando o medo que ele está
sentindo. Se o seu cachorro precisa estar em seu lugarzinho seguro durante o
tempo em que os fogos de artifício estão sendo soltos, deixe que ele se
esconda.As vezes o som da televisão ou do ventilador ajuda a abafar o barulho
dos fogos lá fora.
Mantenha a calma e projete essa
confiança para o seu cachorro. Lembre-se que os cães são peritos em linguagem
corporal e vão saber se você estiver só fingindo estar calma.
Colocar um algodãozinho no ouvido do
cachorro para que ele não escute com tanta intensidade o barulho.
Colocar o
cão em uma coleira, sem estar apertada, para que ele não fuja.
Conferir
o portão da sua casa. Essa atitude é importante pois muitos cães, quando estão
com medo no momento dos fogos, fogem.
Entre em contato com um homeopata
para acompanhamento no tratamento de casos de ansiedade. Lembrando que nesse
caso, o resultado não é imediato.
Sempre converse com o seu
veterinário sobre o problema. Em casos extremos, o profissional
responsável pode prescrever um tranquilizante para que o cachorro mantenha a
calma.
Se possível, evite deixar seu cão
sozinho em casa em dias que provavelmente soltarão fogos de artifício.
Por:
Prof.Msc. Edris Queiroz – Biólogo – CRBio 31935D
IBIMM –
Instituto de Biologia Marinha e Meio Ambiente- CRBio- 537/01-SP
quinta-feira, 3 de abril de 2014
Por que os tubarões atacam?
Por que os tubarões atacam ?
Os tubarões são, talvez, as criaturas que mais aterrorizam
as pessoas em todo o mundo. Sua temível aparência, tamanho
grande e seu ambiente hostil se combinam para fazê-los parecer
como os protagonistas de um pesadelo. A violência súbita de um ataque de
tubarão é realmente uma experiência aterrorizante para a vítima. Mas os
tubarões são, de fato, monstros assustadores que têm preferência
por carne humana?
Ainda
que os ataques de tubarão possam parecer cruéis e brutais, é importante lembrar
que eles não são criaturas do mal que caçam humanos constantemente. Eles são
animais que obedecem seus instintos, como todos os outros. Como predadores no
topo da cadeira alimentar do oceano, os tubarões são projetados para caçar e
comer grandes quantidades de carne. A dieta de um tubarão consiste em outras
criaturas do mar, principalmente peixes, tartarugas marinhas, baleias,
leões-marinhos e focas. Os seres humanos não estão no cardápio dos tubarões. De
fato, os humanos não fornecem carne com gordura suficiente para os tubarões,
que precisam de muita energia para movimentar seus corpos grandes e musculosos.
Se
os tubarões não têm interesse em comer os humanos, por que eles nos atacam? A
primeira dica vem de um padrão que a maioria dos tubarões segue. Na maioria dos
ataques registrados, o tubarão morde a vítima, pára por alguns segundos
(possivelmente arrastando a vítima pela água e sob a superfície), e depois a
solta. É muito raro um tubarão fazer repetidos ataques e realmente comer uma
vítima humana. O que acontece é que o tubarão confunde um ser humano com
alguma coisa que ele geralmente come. Depois que ele sente o gosto, percebe que
aquela não é a comida com a qual está acostumado e solta a pessoa.
A
confusão do tubarão é mais fácil de compreender se enxergarmos as coisas sob o
ponto de vista do animal. Muitas vítimas de ataque são surfistas ou pessoas
andando de boogie boards. Um tubarão nadando embaixo d água vê grosseiramente um
formato oval com braços e pernas pendentes remando ao longo da superfície. Isto
cria uma grande semelhança com um leão-marinho (a principal presa dos grandes
tubarões-brancos) ou uma tartaruga marinha (uma comida comum para os
tubarões-tigres).
Filmes
como "Tubarão" e relatos históricos sobre ataques (como aqueles em
Nova Jersey em 1916) deram vazão ao mito do tubarão assassino. Este é
aquele que decide se realmente gosta de comer seres humanos. Ele exibe um
comportamento atípico, aparece fora de sua região habitual e faz ataques
adicionais na mesma área durante vários dias.
É
impossível afirmar que não existe absolutamente nenhum tubarão assassino:
tubarões individuais podem exibir comportamentos estranhos, possivelmente
porque estão doentes ou machucados. Diferentes condições do oceano podem enviar
tubarões para além de seu alcance enquanto eles perseguem espécies que são suas
presas.
Porém,
não há nenhuma evidência que indique que os tubarões jamais "desenvolveram
um gosto por carne humana". Mesmo se uma série de ataques ocorre em uma
área, provavelmente diferentes tubarões são responsáveis por isso,
porque eles tendem a viajar grandes distâncias em um único dia. Isto
significa que o tubarão que fez o primeiro ataque provavelmente está a centenas
de quilômetros de distância do local onde o segundo ataque ocorreu. Varrendo a
área com barcos de pesca e matando tubarões horas depois de um ataque, é pouco
provável conseguir capturar o tubarão específico responsável pelo ataque.
Às vezes, o tubarão ataca
porque está respondendo a uma agressão humana. Os tubarões de fundo, por
exemplo, geralmente são peixes calmos que permanecem parados no fundo do
oceano. Por alguma razão, isto faz com que alguns mergulhadores achem uma boa ideia puxar suas caudas. Tubarões-dormedores irritados ensinaram muitos
mergulhadores a não tocá-los. Por esta razão, as estatísticas de ataques de
tubarão são divididas entre ataques provocados e não provocados.
Mas não há motivo para pânico. A
maioria dos tubarões bebê tem entre 35 e 70 centímetros e raramente chega perto
da praia. Eles costumam ficar entre 3 e 15 quilômetros da costa, em uma faixa
que varia entre 10 e 20 metros de profundidade. Já os adultos chegam ali apenas
para procriar, e logo retornam para águas mais profundas.
"O berçário é uma área adequada para o nascimento e desenvolvimento dos
filhotes, num período em que eles estão mais expostos a predação e com alimento
abundante. Entre os frequentadores da
maternidade marinha de Itanhaém e Peruíbe, estão duas espécies de
cação-frango, que chega a 1 metro de comprimento quando adulto; duas de
tubarão-galha-preta (2,5 m) e uma de tubarão-martelo (até 3 m).
Espécies
que podem atacar no litoral:
CABEÇA-CHATA
(Carcharhinus leucas), até 3,5 metros -
TUBARÃO-TIGRE (Galeocerdo cuvier) até 5
metros.
Por
Prof. Msc. Edris Queiroz - Biólogo Marinho – CRBio-31935D
IBIMM
– Instituto de Biologia Marinha e Meio Ambiente – CRBio-537/01-SP
segunda-feira, 31 de março de 2014
Curso de Manejo de Fauna Silvestre e Exótica
CURSO DE MANEJO DE FAUNA SILVESTRE E EXÓTICA
Local:- Nupebi – IBIMM – Jureia – Peruíbe- Litoral sul de SP
Data – 26 e 27 de abril de 2014
Local:- Nupebi – IBIMM – Jureia – Peruíbe- Litoral sul de SP
Data – 26 e 27 de abril de 2014
Teórico e Prático: Biologia e Manejo de Animais Silvestres e Exóticos
Conteúdo Programático:
Teórico e Prático
Biologia e manejo de
Fauna silvestres e exóticas: Répteis, Anfíbios, Aves, ANIMAIS MARINHOS - Visita Técnica Aquário de
Peruibe
20 horas de atividades
complementares com certificado valido para especialização.
Incluso: Hospedagem em
Pousada Ecológica, Café da Manhã, almoço
Valor R$ 450,00 á
vista ou em
2X vezes de R$ 250,00
no cartão
INFORMAÇÕES: WWW.IBIMM.ORG.BR OU pelo email: ibimm@ibimm.org.br
quarta-feira, 14 de agosto de 2013
Biologia de Tubarão e Identificação de Seres Marinhos
Assinar:
Comentários (Atom)
Primeiro Registro de Albinismo em Callithrix sp. na natureza: Relato de Caso e Revisão Bibliográfica
Pesquisadores do Instituto IBIMM de Peruíbe-SP, relatam o primeiro registro confirmado de albinismo em(sagui) Callithrix sp. na natureza. ...
-
Tubarão ou cação? Mitos e verdades sobre tubarões Calcula-se que os tubarões existam há cerca de 450 milhões de anos, sem gr...
-
Traças A Traça é a larva da borboleta (Lepidópteros) que, segundo a espécie, se desenvolve em ambientes variados, trazendo ...
-
Dicas sobre os morcegos: Como vivem: No mundo existem aproximadamente 950 espécies de morcegos, e para surpresa...








